Avisa antes de você atender ou clicar.
Para celular Android
No Brasil, cada adulto é alvo de mais de duzentas tentativas de golpe por ano. A maioria começa com uma ligação de número desconhecido ou uma mensagem que parece do banco.
O Antigolpe faz duas coisas.
Quando liga um número que não está na sua agenda, o aplicativo verifica duas coisas em segundos:
Havendo motivo, o aviso aparece na tela enquanto o telefone ainda está tocando.
O Antigolpe nunca desliga uma ligação por conta própria. Ele avisa, e quem decide é você. Um bloqueio errado poderia derrubar a ligação do seu médico, da escola do seu filho ou de um neto com número novo.
Toda ligação de desconhecido fica registrada numa lista, com o que o aplicativo achou de cada uma, para você conferir com calma depois.
Você escolhe quanto ele fala. Em toda ligação de desconhecido, só quando houver motivo para desconfiar, ou só quando o sinal for forte. Em qualquer escolha, todas continuam sendo registradas.
Recebeu algo estranho no WhatsApp, no Gmail, no Instagram ou por SMS? Segure a mensagem, escolha Compartilhar e toque em Antigolpe.
Em segundos você vê:
Os links também são examinados, e o aplicativo aponta os truques conhecidos: endereço que usa o sinal @ para levar você a um site diferente do escrito, link encurtado que esconde o destino, nome de banco onde ele não pertence, endereço sem cadeado.
Funciona com qualquer aplicativo do seu celular, porque é você quem traz a mensagem — o Antigolpe não lê suas conversas.
Toque em qualquer tela para vê-la em tamanho grande.
Uma assinatura protege três pessoas. Todas ficam no mesmo grupo, e quando alguém do grupo passa por uma tentativa de golpe, os outros são avisados.
É a diferença que importa: o golpista que ligou para a sua mãe costuma ligar para você depois. Quando o grupo sabe, a segunda tentativa já chega sem surpresa.
O aplicativo também percebe quando um celular do grupo para de responder por muito tempo — e avisa os outros.
Entrar no grupo de alguém exige um código de convite gerado por essa pessoa. Ninguém entra no seu grupo sem você.
Não guardamos o conteúdo das suas mensagens nem o seu número. Guardamos o indicador que você denunciar — número, e-mail ou link —, a data, e nada mais.
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Protege três pessoas. Cada pessoa a mais custa R$ 5,00 por mês.
A cobrança é feita pelo Google Play, e você pode cancelar quando quiser, pela própria loja.
Durante a fase de testes, nada é cobrado. O preço acima vale só depois que o aplicativo for publicado, e ninguém é cobrado sem escolher.
O Antigolpe ainda não está aberto ao público. O Google exige que 12 pessoas mantenham o aplicativo instalado por 14 dias seguidos antes de liberar a publicação, e é disso que eu preciso agora.
Não custa nada, não vira cobrança depois, e você não precisa usar todo dia.
1. Me mande o seu e-mail do Google — o Gmail que você usa no celular. Ele precisa ser cadastrado antes, senão o convite não abre para você. É a etapa em que todo mundo trava, então não pule.
2. Toque no link do convite, pelo celular, logado nessa mesma conta:
play.google.com/apps/testing/br.com.gluebox.antigolpe
Vai abrir uma página dizendo que você foi convidado. Toque em "Tornar-se um testador".
3. Instale pela Play Store e deixe o aplicativo no celular por 14 dias.
Não adianta procurar "Antigolpe" na busca da Play Store: enquanto o teste não termina, ele só aparece para quem aceitou o convite.
Não desinstalar antes dos 14 dias. Se alguém sai antes do prazo, a contagem zera para todo o grupo e tudo recomeça. Se você precisar sair, é só avisar antes — aí eu chamo outra pessoa e ninguém perde o progresso.
Para pedir o seu convite, me escreva:
Não. Por enquanto o Antigolpe é só para Android 8.0 ou mais recente — o que inclui praticamente qualquer celular dos últimos oito anos. A triagem de chamadas depende de recursos que o iPhone não abre para aplicativos de fora.
Não, e não teria como. Ele só vê a mensagem que você mandar para ele pelo botão Compartilhar. Nenhuma conversa é lida, nem em segundo plano, nem nunca.
Durante o teste, não. E não vira assinatura sozinho: se um dia você quiser manter, escolhe e paga pela Play Store, com cancelamento a qualquer momento.
Porque o Android obriga. Todo aplicativo que fica atento em segundo plano precisa mostrar um aviso permanente — é uma regra a favor do usuário, para que nenhum programa vigie escondido. É o preço de conseguir avisar antes de você atender. Consome pouca bateria e pouca internet.
A verificação de ligações precisa de internet para consultar as denúncias. Sem rede, o aplicativo avisa que não conseguiu verificar, em vez de fingir que está tudo bem. A análise de mensagens também precisa de conexão.
Nunca por conta própria. Ele identifica e avisa; bloquear continua sendo decisão sua, pelo próprio Android.
Você pode apagar sua conta e tudo o que está ligado a ela pela tela "Apagar minha conta", dentro do aplicativo, ou pela página de exclusão. Contas abandonadas são removidas automaticamente.
Uma pessoa: eu, Gabriel Bombonato, em João Pessoa. O Antigolpe nasceu de uma tentativa de golpe real — um falso funcionário de banco, ligando de três números diferentes, pedindo o código do WhatsApp. Recusei e fui conferir pessoalmente na agência. Depois pensei em quem não teria desconfiado.
Desenvolvido por Gabriel Bombonato — João Pessoa, Paraíba, Brasil.
O aplicativo e este site foram construídos com auxílio do Claude Opus 5, da Anthropic, usado como assistente de programação ao longo de todo o projeto. Na minha experiência, a melhor ferramenta de programação com inteligência artificial disponível hoje.
— Gabriel Bombonato
Antigolpe — Gabriel Bombonato — João Pessoa, Paraíba, Brasil.